{"id":14036,"date":"2025-09-11T11:16:51","date_gmt":"2025-09-11T14:16:51","guid":{"rendered":"https:\/\/suburbionoar.com.br\/?p=14036"},"modified":"2025-09-11T11:16:52","modified_gmt":"2025-09-11T14:16:52","slug":"apos-aumento-gas-de-cozinha-pode-chegar-ate-r-170-em-salvador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/suburbionoar.com.br\/index.php\/2025\/09\/11\/apos-aumento-gas-de-cozinha-pode-chegar-ate-r-170-em-salvador\/","title":{"rendered":"Ap\u00f3s aumento, g\u00e1s de cozinha pode chegar at\u00e9 R$ 170 em Salvador"},"content":{"rendered":"<p>O consumidor baiano j\u00e1 come\u00e7a a sentir no bolso o novo aumento do g\u00e1s de cozinha. A partir de ontem, o botij\u00e3o de 13 quilos passou a custar, em m\u00e9dia, R$ 5 a mais em Salvador, ap\u00f3s o reajuste aplicado pelas distribuidoras em todo o pa\u00eds. O impacto eleva os pre\u00e7os em alguns bairros da capital, principalmente os da orla, para at\u00e9 R$ 170, tornando o produto um dos mais caros entre os itens b\u00e1sicos da cesta dom\u00e9stica. Este \u00e9 o segundo aumento do ano na Bahia, que figura entre os cinco estados com o g\u00e1s de cozinha mais caro do pa\u00eds. As informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o do Sindicato dos Revendedores de G\u00e1s da Bahia (Sinrevgas)<\/p>\n<p>Segundo o presidente da entidade, Rob\u00e9rio Souza, a alta tem origem no diss\u00eddio coletivo das distribuidoras, que ocorre todos os anos no m\u00eas de setembro. \u201cNosso sentimento \u00e9 que esse aumento poderia ser dilu\u00eddo, mas a distribuidora argumenta custos trabalhistas e operacionais. O diss\u00eddio coletivo \u00e9 do setor de distribui\u00e7\u00e3o de g\u00e1s. O revendedor compra mais caro e, naturalmente, repassa ao consumidor final\u201d, explicou.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, o aumento j\u00e1 eleva as m\u00e9dias praticadas em Salvador. De acordo com levantamento do Sindicato, nos bairros perif\u00e9ricos, como Cajazeiras, Suburbana e Val\u00e9ria, o pre\u00e7o m\u00e9dio gira entre R$ 135 e R$ 140, podendo variar de R$ 130 a R$ 152. J\u00e1 nas regi\u00f5es da orla e centrais, como Barra, Gra\u00e7a, Pituba, Amaralina e Dois de Julho, Nazar\u00e9 e Sa\u00fade, os pre\u00e7os variam entre R$ 155 e R$ 170.<\/p>\n<div class=\"google-auto-placed\"><ins class=\"adsbygoogle adsbygoogle-noablate\" data-ad-format=\"auto\" data-ad-client=\"ca-pub-0629312231703893\" data-adsbygoogle-status=\"done\" data-ad-status=\"filled\"><\/p>\n<div id=\"aswift_11_host\">Os valores mais altos s\u00e3o encontrados especialmente em \u00e1reas onde a entrega \u00e9 mais complexa, conforme explica Rob\u00e9rio ao comentar sobre a log\u00edstica do processo. \u201cEssas diferen\u00e7as de pre\u00e7o t\u00eam muito a ver com log\u00edstica. Em bairros como Cajazeiras, h\u00e1 muitas revendas pr\u00f3ximas e o deslocamento \u00e9 curto\u201d, pontou. \u201cJ\u00e1 em regi\u00f5es como a Pituba, Barra ou Gra\u00e7a, o revendedor enfrenta tr\u00e2nsito intenso e precisa percorrer quilometragens maiores para atender. Isso aumenta o custo operacional e reflete diretamente no pre\u00e7o do botij\u00e3o\u201d, destacou o presidente do Sindrevgas.<\/div>\n<p><\/ins><\/div>\n<p>Para as fam\u00edlias mais pobres, o impacto no or\u00e7amento dom\u00e9stico \u00e9 cada vez mais expressivo. \u201cO valor de um botij\u00e3o j\u00e1 corresponde a praticamente 10% do sal\u00e1rio m\u00ednimo. Para quem vive com esse rendimento, o aperto \u00e9 ainda maior\u201d, ressaltou eRob\u00e9rio.<\/p>\n<p>Novo aumento \u2013 Para os consumidores, o aumento pesa cada vez mais no or\u00e7amento dom\u00e9stico. Dona Maria Jos\u00e9, moradora do bairro Dois de Julho, reclama da dificuldade: \u201cLembro que at\u00e9 um tempo atr\u00e1s estava R$ 130, subiu para R$140, R$ 145 e agora vai chegar a R$150. Para quando se \u00e9 pobre, qualquer valor faz uma grande diferen\u00e7a\u201d, declarou.<\/p>\n<p>Em Cajazeiras, o motorista Jo\u00e3o Batista tamb\u00e9m se queixa. \u201cAqui ainda \u00e9 mais barato que no centro, mas mesmo assim n\u00e3o tem quem aguente. Cada vez que aumenta, a gente tem que cortar outra coisa dentro de casa\u201d.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da alta anunciada agora em setembro, os brasileiros j\u00e1 sabem que enfrentar\u00e3o mais um reajuste em janeiro de 2026. Isso porque o Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz) aprovou a eleva\u00e7\u00e3o do ICMS sobre combust\u00edveis e g\u00e1s de cozinha em todo o pa\u00eds. No caso do botij\u00e3o, a alta ser\u00e1 de R$ 1,05, o que deve fazer com que os pre\u00e7os ultrapassem R$ 175 na Bahia logo no in\u00edcio do pr\u00f3ximo ano.<\/p>\n<p><strong>Novo aumento do ICMS deve elevar pre\u00e7o do g\u00e1s, gasolina e diesel em 2026<\/strong><\/p>\n<div class=\"google-auto-placed\"><ins class=\"adsbygoogle adsbygoogle-noablate\" data-ad-format=\"auto\" data-ad-client=\"ca-pub-0629312231703893\" data-adsbygoogle-status=\"done\" data-ad-status=\"filled\"><\/p>\n<div id=\"aswift_10_host\">A partir de janeiro de 2026, o consumidor brasileiro enfrentar\u00e1 novos reajustes sobre combust\u00edveis e g\u00e1s de cozinha. O Conselho Nacional de Pol\u00edtica Fazend\u00e1ria (Confaz) aprovou a eleva\u00e7\u00e3o das al\u00edquotas do Imposto sobre Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e Servi\u00e7os (ICMS), o que vai afetar diretamente o custo de vida das fam\u00edlias.<\/div>\n<p><\/ins><\/div>\n<p>Especialistas avaliam que a combina\u00e7\u00e3o de reajustes pode tornar o g\u00e1s de cozinha ainda menos acess\u00edvel, sobretudo nas regi\u00f5es Norte e Nordeste, onde a log\u00edstica j\u00e1 encarece a distribui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div class=\"google-auto-placed\"><ins class=\"adsbygoogle adsbygoogle-noablate\" data-ad-format=\"auto\" data-ad-client=\"ca-pub-0629312231703893\" data-adsbygoogle-status=\"done\" data-ad-status=\"filled\"><\/p>\n<div id=\"aswift_8_host\">\u201cEsse aumento de agora n\u00e3o tem nada a ver com ICMS. O ICMS j\u00e1 \u00e9 outro cen\u00e1rio, j\u00e1 \u00e9 um outro baque, que est\u00e1 batendo na nossa porta e vai impactar de novo no bolso do consumidor\u201d, explica o presidente do Sindrevg\u00e1s, Rob\u00e9rio Souza.<\/div>\n<p><\/ins><\/div>\n<p>Com a medida, o pre\u00e7o da gasolina ter\u00e1 acr\u00e9scimo de R$ 0,10 por litro, chegando a R$ 1,57; o diesel aumentar\u00e1 R$ 0,05 por litro, indo para R$ 1,17; e o g\u00e1s de cozinha ter\u00e1 eleva\u00e7\u00e3o de R$ 1,05 por botij\u00e3o. Para as fam\u00edlias, o impacto ser\u00e1 duplo: al\u00e9m do reajuste anual das distribuidoras em setembro, a carga tribut\u00e1ria estadual adicionar\u00e1 novos custos logo no in\u00edcio do ano.<\/p>\n<div class=\"google-auto-placed\"><ins class=\"adsbygoogle adsbygoogle-noablate\" data-ad-format=\"auto\" data-ad-client=\"ca-pub-0629312231703893\" data-adsbygoogle-status=\"done\" data-ad-status=\"filled\"><\/p>\n<div id=\"aswift_7_host\">A not\u00edcia preocupa consumidores que j\u00e1 convivem com a alta constante do produto. \u201cSe hoje eu j\u00e1 pago caro, imagina em janeiro com mais aumento. N\u00e3o tem como. O povo vai ser obrigado a voltar a cozinhar com carv\u00e3o ou lenha\u201d, desabafou Ana Cl\u00e1udia, diarista e m\u00e3e de tr\u00eas filhos. (HV)<\/div>\n<p><\/ins><\/div>\n<p><strong>Sindicato orienta consumidor sobre formas de economizar no g\u00e1s<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m de alertar sobre os reajustes, o Sinrevgas refor\u00e7a que os consumidores devem adquirir g\u00e1s somente em revendedoras autorizadas. \u201c\u00c9 importante n\u00e3o comprar de pontos clandestinos, como aqueles que armazenam botij\u00f5es em bares ou fazem entregas improvisadas em motos. \u00c9 crime contra a ordem econ\u00f4mica e coloca a vida em risco\u201d, enfatiza Rob\u00e9rio Souza.<\/p>\n<p>O sindicato explica que o delivery do g\u00e1s inclui custos de log\u00edstica e m\u00e3o de obra, o que encarece o produto. De acordo com o presidente da entidade, quem puder retirar o botij\u00e3o diretamente na revenda mais pr\u00f3xima de casa consegue pagar menos e ainda garante que o produto esteja lacrado, com 13 quilos completos e toda a seguran\u00e7a necess\u00e1ria. \u201cA pessoa que recebe em casa est\u00e1 pagando por conveni\u00eancia, mas quem se desloca at\u00e9 a revenda economiza e reduz riscos de obter um produto adulterado e j\u00e1 usado\u201d, completa Rob\u00e9rio.<\/p>\n<p>A compra irregular envolve diversos perigos: botij\u00f5es com peso menor que o anunciado, g\u00e1s j\u00e1 utilizado, vazamentos ou at\u00e9 risco de explos\u00e3o. \u201cO consumidor s\u00f3 percebe o problema quando o botij\u00e3o j\u00e1 est\u00e1 em casa. Por isso, sempre recomendamos buscar revendas autorizadas. \u00c9 uma quest\u00e3o de seguran\u00e7a e tamb\u00e9m de economia\u201d, refor\u00e7a o presidente do sindicato.<\/p>\n<p>Apesar de buscar na revendedora ser mais econ\u00f4mico, o Sinrevgas lembra que o manuseio do g\u00e1s \u00e9 dif\u00edcil e pesado, e que os vendedores treinados e que levam a domic\u00edlio realizam testes de vazamento e preven\u00e7\u00f5es de acidentes, garantindo que o consumidor receba um produto seguro para uso dom\u00e9stico.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O consumidor baiano j\u00e1 come\u00e7a a sentir no bolso o novo aumento do g\u00e1s de cozinha. A partir de ontem, o botij\u00e3o de 13 quilos passou a custar, em m\u00e9dia, R$ 5 a mais em Salvador, ap\u00f3s o reajuste aplicado pelas distribuidoras em todo o pa\u00eds. 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