Passageiros do transporte público do Rio de Janeiro encaram nesta terça-feira (24), os coletivos lotados como consequências dos 35 ônibus e um trem que foram incendiados na última segunda-feira (23). Foi na zona oeste da cidade que os veículos foram queimados, após a morte do miliciano Matheus da Silva Rezende, conhecido também como Faustão ou Teteu.
O Terminal Alvorada, mais importante da zona oeste, estava nesta manhã com filas para embarque e os BRTs (ônibus articulados) lotados. As carcaças dos ônibus queimados no dia anterior ainda estavam presentes no percurso dos que transitavam pela região.
A reação dos criminosos foi tão grande, porque de acordo com a cúpula do governo fluminense a operação que matou Faustão ocorreu próxima a Luis Antônio da Silva Braga, o Zinho, considerado o líder da maior milícia do Rio e tio de Faustão.
O prejuízo financeiro dos ataques ao transporte público foi de cerca de R$35 milhões para as empresas. O tempo para reposição de cada ônibus é de seis meses.
Foram presas 12 pessoas por envolvimento nos incêndios ainda na segunda-feira. Este foi o maior número de ônibus queimados em um dia na história da cidade.
Fonte: Varela Net








